O droga como limite de algo, alguma coisa e de um corpo. Um limite inconsciente daquilo que sinto, porém, não compreendo. Ou por não compreender, sinto. Limite sobre a realidade e comportamento sem limite sobre situações e acontecimentos. Aquilo que não tem fim. Um fim por si mesmo. O limite que se impõem sobre a consciência: a ressaca moral.
A droga como limitação de experiência e expansão de possibilidades de novos aprendizados. O limite da própria condição humana ou um ser humano condicionado pela sua própria limitação. Situações limitantes, no sentido positivo do termo, ou seja, procurando entender o contexto de vulnerabilidade que a atinge os humanos. Independente de classe social, cor, grau de escolaridade, renda, religião, profissão, famílias etc. Somos criaturas limitados pela própria condição de estar vivo: o limite da vida é a morte. O limite da morte é a vida.
Dança macabra com a liberdade. Liberdade macabra que dança. Os limites do certo e do errado são convenções socialmente construídas independente de vontades individuais e pessoas, a sociedade continua apontando o caminho da liberdade individual. Quais são os limites? O que é a droga? O que é a sociedade? Quem é você? Somos a possibilidade ilimitada de existir. Qual é o seu devir? Qual é a sua alter-ação?
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