A droga como raiva. Possibilidade de insurreição contra a ordem real que se impõe de forma opressiva. Ou energia gasta de forma inútil em projetos individuais ou egoístas que mantêm o usuário preso a sofrimentos e traumas do passado. Alívio diante a raiva do presente. Futuro a ser construído. Nada é permanente. Tudo muda. Raiva, frustração e sofrimento. Vício elegante. Vício degradante. Vício raivoso. Energia gasta em processos individuais de emancipação. A droga como insurreição contra uma realidade. Situação de desamparo. Solidão. Depressão. A raiva é aliviada com o uso da química. Afeta o psicológico. O social continua a ressoar por entre os escombros da drogadição. Podem os escombros construírem algo diferente da miséria humana? O que posso aprender com a experiência da raiva? Tanto dos escombros e a raiva refletem os limites da condição da pessoa.
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